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a cor como informação de Luciano Guimarães
 

resumoresumoResumo dos Capítuloscapítuloscapítulos

 

Veja em "sobre o livro" uma breve explicação sobre a obra. 
Veja também a "apresentação" do prof. dr. Norval Baitello junior.
Abaixo, o resumo dos capítulos. 

 

Introdução: preto no branco

As questões colocadas nessa minha primeira aproximação ao tema buscaram identificar os princípios que podem direcionar a compreensão da cor como um código específico da comunicação humana, e que respondam principalmente às variantes e invariantes culturais de suas aplicações, e os fatores que interferem na manutenção ou mudança desse código.

A apreensão, a transmissão e o armazenamento da informação "cor" (como texto cultural) são regidos por códigos culturais que interferem e sofrem interferência dos dois outros tipos da comunicação humana (os de linguagem e os biofísicos).

Assim, meu objeto de estudo passou a ser a cor, unida em todas as suas dimensões, na construção simbólica universal, embora tenha dado ênfase sempre ao universo ocidental e contemporâneo, visto que tenho como objetivo ajudar a construir um suporte para a nossa aplicação consciente da cor como informação.

 

Capítulo violeta: a cor para todos os olhares

Este capítulo aborda vários conceitos de cor existentes, indo da fonte luminosa ao elemento decodificador do cérebro, passando pelas cores dos objetos.

 

Capítulo azul: a cor profunda

Este capítulo trata da construção dos códigos primários (hipolinguais) de percepção das cores. Está dividido em duas partes, uma para o estudo da percepção óptica e outra para o estudo da percepção neurológica das cores. nesse capítulo, além de uma apresentação da construção dos códigos biofísicos da cor e das suas invariantes, podem-se extrair algumas orientações para o melhor aproveitamento da cor na produção de textos informacionais e a compreensão da capacidade associativa do cérebro humano, no que se refere ao uso da cor.

 

Capítulo verde: fotossíntese da cor

Este capítulo aborda a produção e recepção dos textos cromáticos sob a regência dos códigos secundários (os códigos da linguagem), com a intenção de apresentar alguns ados que colaboram na formação de uma sintaxe das cores.

 

Capítulo amarelo: tesouros do arco-da-velha

Este capítulo trata dos códigos terciários (os códigos culturais) da cor. É investigado o comportamento da cor como informação cultural, identificada a sua expressão simbólica e analisada como ela é construída dentro da estrutura dos códigos culturais. O capítulo também trata da classificação das cores e das suas variantes culturais.

 

Capítulo laranja: a hora da digestão

Este capítulo faz a ponte entre os três capítulos anteriores e o posterior. Trata-se de uma breve referência à interferência de cada tipo de código nos outros dois.

 

Capítulo vermelho: violência e paixão

Este capítulo elege a cor vermelha para exemplificar a construção da simbologia das cores com a interferência dos três tipos de códigos.Como aplicação da cor vermelha, há uma seleção das capas da revista Veja que utilizaram essa cor, com a intenção de demonstrar os simbolismos construídos. O capítulo ainda se refere a algumas outras cores cujas simbologias contribuem para definir o espaço do vermelho.